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Sandro Garcia - Enigma Central Park
 


Vinte discos dos anos sessenta



Já postei aqui no blog, mais de uma vez, uns toques sobre a revista Coquetel Molotov, feita pelo pessoal do site homônimo (a Ana Garcia, Jarmenson de Lima, Viviane Menezes, Tathianna Nunes e a "mooz" design). Resolvi deixar aqui um novo toque, pois a Ana, disponibilizou no site alguns artigos encontrados na revista, coloquei um link do meu Top 20 (lista dos meus vinte discos preferidos publicado na Coquetel) que pode também ser conferido no site.
Coquetel Molotov - Top 20 Sandro Garcia

é isso aí, valeu pessoal

Escrito por sandro às 13h11
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Paisagem Pintada com Chá



Longe onde o céu não pertence a ninguém
Perdendo o juizo na satisfação

Um pulo no abismo você escolheu
No pulo a verdade
A verdade te deu proteção

Angústia, paisagens pintadas com chá
Entre pedras no amigo, naufrágios no mar

Um pulo no abismo você escolheu
No pulo a verdade
A verdade te deu proteção

(música gravada no álbum do Continental Combo em 2005)

Escrito por sandro às 15h07
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Violeta de Outono - tributo ao Syd Barrett e Pink Floyd (Café Piu Piu/19.01.06)



Sempre fui fã dos trabalhos do Fábio Golfetti com o Violeta de Outono e seus outros projetos. Nesta quinta-feira testemunhei um show que me deixou de queixo caído e eu não tenho como não comentar aqui. Tive a oportunidade de presenciar no Café Piu Piu (tradicional casa de shows no Bixiga em SP), um verdadeiro exercício de psicodelia via Violeta de Outono, em uma apresentação onde o grupo tocou, com uma absurda fidelidade, os eternos clássicos do grande Syd Barrett.

Syd nem precisa de muita apresentação, ele foi o mentor do som espacial que o Pink Floyd produziu nos primeiros anos da sua carreira nos anos 60. Com Barrett a banda gravou alguns singles e também o álbum The Piper at the Gates of Down em 67, um clássico absoluto do psicodelismo Inglês, um furacão lisérgico no meio da Swing London. Depois que Syd deixou o Floyd, ele ainda gravou dois discos solo ("The Madcap Laughs" e "Barrett"), posteriormente foi lançado "Opel" uma coletânea de sobras de estúdio. Após estes últimos sopros de atividade musical Barrett voltou para Cambrigde e permanece lá até hoje em um auto exílio.

E foi com um repertório retirado desse material que o Violeta de Outono produziu um verdadeiro espetáculo para uma platéia relativamente diminuta, mais que foi previlegiada pela ousada proposta que a banda se deu ao trabalho de realizar nessa noite no Bixiga.

O Violeta de Outono nunca parou de tocar como muitos pensam. Fábio sempre esteve produzindo suas pérolas musicais com o grupo, criando arte, completamente desvinculado da mídia. A banda reformulada, vem fazendo vários shows para divulgar o seu último disco "Ilhas" de 2005. Sua formação atual conta com Fernando Cardoso nos teclados e vocais, Gabriel Costa no baixo, Fábio na voz e guitarra, e Claudio Souza na bateria.



A apresentação foi dividida em dois blocos, o primeiro começou com a banda tocando quase que na íntegra, o primeiro álbum do Floyd e também faixas de alguns compactos de sucesso deste período, (vejam o set list completo da apresentação no final do texto). A segunda parte foi dedicada à carreira solo de Syd e confesso que em ambos os repertórios fiquei bastante surpreso e emocionado em ouvir as composições de Barrett adaptadas para o show de uma forma tão competente.

Acredito que nem o próprio Barrett chegou a tocar ao vivo algumas faixas apresentadas ali, o que deu ao show um clima de expectativa.
O que foi bacana é que tudo não soou como uma banda fazendo cover de um artista consagrado. Na verdade foi um verdadeiro trabalho de resgate do estranho repertório de Syd e tudo ficou realmente sensacional.

Também vale constatar aqui que hoje pipocam por todos os lados, bandas que vêm citando o rock psicodélico dos anos 60 como influência e infelizmente poucos da nova geração dão o devido valor ao pioneirismo do Fábio Golfetti e do Violeta de Outono. Ontem por exemplo no Café Piu Piu, não havia nenhum jornalista ou alguém da nova geração de músicos apreciadores do gênero presentes para ouvir uma música realmente transgressora e feita com paixão, como acontecia por exemplo no início do próprio Pink Floyd. Nessa época a arte ainda conseguia sobreviver e se destacar por si só, sem uma indústria hipócrita como nos dias de hoje, em que as bandas já surgem com o seu público alvo, site na internet, adesivos, fã clube, bottons, camisetas e... um cd com um repertório pouquíssimo inspirado.

Mas isso acaba sendo o de menos, perto do show e do imperdível set list que o VDO mostrou nessa noite no Café Piu Piu e que levou todos os presentes em uma viagem até o UFO, clube inglês onde o Pink Floyd se apresentou diversas vezes no início.

Set list do show:

1ª parte (Syd Barret e PInk Floyd)
1 ASTRONOMY DOMINÉ
2 ARNOLD LAYNE
3 SEE EMILY PLAY
4 LUCIFER SAM
5 MATILDA MOTHER
6 FLAMING
7 INTERSTELLAR OVERDRIVE
8 THE GNOME
9 CHAPTER 24
10 SCARECROW
11 BIKE

2ª parte (Syd Barret Solo)
12 TERRAPIN
13 NO GOOD TRYING
14 OCTOPUS
15 GOLDEN HAIR
16 BABY LEMONADE
17 GIGOLO AUNT
18 JUGBAND BLUES

bis
19 LET THERE BE MORE LIGHT
20 REMEMBER A DAY
21 CYMBALINE
22 SET THE CONTROLS FOR THE HEART OF THE SUN
22 JUPITER (Violeta de Outono)
22 TOMORROW NEVER KNOWS (Beatles)

abraços

Escrito por sandro às 00h40
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Tempos de Glaciação



Hoje o sol se desligou deu na televisão
E a previsão errou o tempo de seu coração

No cinza da cidade, você se consumiu
E a solidão vai lhe abraçar sob o vento frio

Na janela da casa vazia os olhos da escuridão
Avistam passos lentos em tempos de glaciação

No cinza da cidade, você se consumiu
E a solidão vai lhe abraçar sob o vento frio

Espinhos no seu rosto mas você nem percebeu
Na tempestade um guarda-chuva que não lhe protegeu

No cinza da cidade, você se consumiu
E a solidão vai lhe abraçar sob o vento frio

Escrito por sandro às 00h16
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Zube o"musicista clean", vai para o trono ou não vai? (crônica imperfeita nº1)



Atravessando as ruas da cidade, desviando dos pingos da chuva que nunca termina... As inquietações e indagações estão sempre circulando pela cabeça do velho Zube, e meio que do nada ele se depara com uma nova pergunta: Meu Deus! Porquê é que todo ano novo a gente se confronta na mídia com as tais listas que tentam eleger os melhores artistas ou disco do ano que passou?

As vezes em meio a correria do dia-a-dia, Zube vai até o seu quarto e ali pega um instrumento com uma vontade tremenda de tocar e talvez compôr algo novo. Ele tenta não deixar uma nova idéia escapar pelos dedos e acha que isso deve ser uma situação natural para qualquer músico, pintor ou escritor. Infelizmente, ele percebe, que as vezes o resultado que vem da pureza desses momentos em que se trabalha com arte, tem que passar pelo crivo da imprensa. E olhando o movimento da janela do seu apartamento, se vê sem conseguir entender o porquê desse suplício.

Mas quem sabe derrepente o seu nome ou o seu novo album não encabeça uma lista dos melhores do ano. Mas e daí? - ele pergunta pra si mesmo. O que mudaria na sua vida? Na sua relação com arte? Ele vai se tornar mais criativo com isso? Sua técnica instrumental aumentaria? Ou ele iria adquirir o poder de realizar uma poesia mais brilhante e estupenda em suas canções? Afinal, o que é que realmente iria lhe acontecer?

Uma conclusão pessoal fez Zube pensar em voz alta: — "lobby" é uma palavra que persegue quase como uma doença a pureza da arte. E estas listas, as vezes, são impregnadas de "lobby". Fulano está no topo da lista dos melhores, pois Beltrano, geralmente um cidadão comum assim como eu, que tem seus gostos e predileções, o escolheu; e as vezes através do seu meio de comunicação, tenta convencer todo mundo de que a verdade, o melhor ou o mais bacana é aquele que ele acha que é. Então é assim. Todo início de ano é dada a largada para essas malditas olimpíadas musicais.

Existem coisas muito estranhas nesse nosso planeta; e dolorosas, como o fardo que a música tem que carregar por culpa de gente que tenta transformar arte em negócio; belas canções em uma lista de melhores do ano.

O seu violão continua em um canto do quarto, para ser simplesmente tocado, e ele parece não contar com nenhuma lista de melhores do ano para fazer isso. Bom, pelo menos para Zube sempre foi assim.

Escrito por sandro às 22h29
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Revistas



Coquetel Molotov nº 1
A primeira é o nº1 da impecável revista Coquetel Molotov, fruto da força de vontade e paixão pela música do pessoal do site homônimo (a Ana Garcia, Jarmenson de Lima, Viviane Menezes, Tathianna Nunes e a "mooz" design) e cruciais colabores que deram sua ajuda ao projeto. O resultado foi uma publicação com estilo próprio, com design nota 10, ítem obrigatório para os colecionadores de revistas musicais.

A festa de lançamento da Coquetel Molotov, aconteceu no dia 16 de dezembro e contou com várias atrações, shows das bandas Mellotrons e também do Wry, formada pelos rapazes de Sorocaba/SP, mas que residem há mais de três anos na Inglaterra, as discotecagens de Luana Pontes, Schneider Carpeggiani, Haymone Neto e do colunista da Folha de S.Paulo, Lúcio Ribeiro.

Esta edição da revista traz na capa Fernando Catatau, do Cidadão Instigado, que comenta do seu novo disco, entre outras entrevistas como: Almir de Oliveira (que tocou nos anos70 na banda Ave Sangria), M.Takara, Fred 04, Ahlev de Bossa, Wry e varias resenhas de discos e de compactos em vinil, enfim muita coisa legal.

E só para registrar aqui no blog, a revista traz entre as resenhas, comentários sobre o álbum do Continental Combo e também sobre meu trabalho solo "Enigma Central Park". A revista também publicou uma lista (top 20) dos meus vinte álbuns preferidos de todos os tempos.

A revista é distribuída gratuitamente, então não deixe de enviar um e-mail ao site, para conseguir a sua. Coquetel Molotov




Mojo nº de janeiro/2006.
A segunda é a nova edição da britânica Mojo, tenho algumas em casa e pelo que conferi no site da revista e também no The Who by Blogger, vou ter que rever a minha contabilidade por conta deste número novo, isso é um grande problema!

Na capa destaque para o Who, com Pete Townshend e Roger Daltrey que continuam a caminhada, sem seus companheiros Keith Moon e Entwistle. Pete comenta na entrevista sobre a origem da album Ópera-Rock-Mod "Quadrophenia". Esta edição traz também artigos com The Fall, comenta de biografias sobre Sam Cooke, Bob Dylan e Roxy Music, e traz ainda um cdzinho com bandas tocando classicos do Who.Revista Mojo


Um abraço e boa leitura!


Escrito por sandro às 21h57
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