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Um novo título no catálogo da Question Mark: "Faces e Fases 1987-89 em Lo-Fi".

Já tinha a idéia de lançar algo do Faces e Fases há algum tempo, faltava me convencer de que as precarias gravações retiradas das fitas K7 seriam o suficiente para as pessoas terem uma idéia do trabalho da banda.
O Faces, como menciono no release encartado no disco, não deixou nenhum registro oficial, foi uma banda que fez vários shows, principalmente aqui em São Paulo. Mas movidos pelo puro prazer de tocar acabamos não deixando sequer uma boa demo-tape registrada. As faixas deste disco foram extraídas de ensaios e também de shows.
Como comentei, fiz questão de encartar no Cd um release que explica a trajetória do grupo: nosso contato com a estética "Mod", que foi a base do som da banda, o show do Faces com o Scandurra nos vocais em um tributo ao The Who realizado em 89 no Dama Xoc até o final do grupo em 89, o que abriu as portas para a formação do The Charts em 1990.
O disco pode ser adquirido na loja Sensorial Discos (tel.3333-1914) ou através do site da Question Mark Records
track list do disco: 1. Veja o mundo agora 2. So sad about us 3. Não olhe para a janela 4. Ela lá 5. Leve como o vento 6. Imagens do mundo 7. Percorrendo a cidade 8. So sad about us 9. A quick one (You Are Forgiven) 10. Anyway, anyhow, anywhere 11. Shout and shimmy 12. Vespas, scooters e lambretas (instrumental)
abração pra todos.
Escrito por sandro às 21h05
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A ultima noite do projeto 2em1, eu estava lá.

Mudando um pouco de assunto, ainda estou me recordando do Avenida Club, na última noite do projeto 2 em 1, que contou com o Violeta de Outono, Cadão Volpato e Trio + Fellini e Continental Combo. Particularmente, para mim, foi uma longa jornada que começou as 16:00 hs na passagem de som.
O Fellini marcou presença com a formação original com direito a "canja" no final do show do Cadão, no qual acabei participando, tocando um violão que não conseguia ouvir direito (pelo menos no palco) notei que os shows foram super bem recebidos pelo pessoal.
Depois o Violeta de Outono, atualmente com um pé no progressivo por conta dos teclados do Fernando Cardoso, trouxe para o palco inusitadas participações de Paulo Ricardo cantando "Tomorrow Never Knows", e Guilherme Isnard interpretando à sua maneira "Dia Eterno" e "Heróis" faixa do primeiro single do Zerø, que contava na época com o próprio Fábio Golfetti e o Claudio Souza (ambos do Violeta).
AH!!!! só pra não passar em branco, teve ainda o show com muita "pirotecnia" e "gelo seco" do Continental Combo.
Já falei várias vezes da velocidade do Akamine em cobrir os eventos da cidade através do seu blog o "Trincheira" e ele também escreveu por lá sobre esta grande jornada dominical.
um grande abraço pra todos.
Escrito por sandro às 21h04
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Próximos shows do Continental Combo.

• Dia 28.08 a partir das 20:00hs na última edição do projeto 2em1 no Avenida Club com Cadão Volpato e Trio + Fellini e Violeta de Outono entrada 20,00 ou 10,00 enviando o nome para lista de e-mail do evento (2emum@uol.com.br) Av.Pedroso de Moraes, 1036, ao lado da FNAC PINHEIROS
• Dia 04.09 a partir das 19:00hs no Milo Garage - entrada 5,00 Rua Minas Gerais 203a - Higienopolis Tel:3129-8027
Escrito por sandro às 12h24
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Matéria no Diário Catarinense sobre o album do Continental.

Matéria publicada nesta quarta-feira, 24/08, no jornal Diário Catarinense. www.diario.com.br (Variedades) Música 1965 foi um ano muito bom Banda paulistana Continental Combo olha para o futuro com os pés firmes no rock sessentista FÁBIO BIANCHINI
Há coisas e detalhes que, se fossem planejadas, não dariam tão certo. O disco de estréia da banda paulistana Continental Combo, por exemplo, ostenta na lombada e no cantinho da contracapa o código de catálogo monstro 065. E é exatamente 1965 o ano trazido à mente pelo arpejo da guitarra de 12 cordas na introdução da primeira faixa, Nova Manhã.
O climão de efervescência pré-psicodélica é inequívoco. Mais exatamente, falamos aqui dos Byrds de Mr Tambourine Man e Turn! Turn! Turn!, terminando de inventar o folk-rock, cheios de idéas na cabeça, às portas de revolucionar o pop com Eight Miles High, mas ainda obcecados pelos Beatles. E até aí mantém-se a similaridade, ainda que de outras formas: também o Continental Combo não esquece de olhar para o futuro, apesar de ter os pés firmes no rock sessentista e guitarras jingle-jangle.
E esse olhar para adiante garante que a música do grupo não seja apenas um exercício de saudosismo. Como estamos falando de 1965 aqui, olhar para o futuro inclui o Pink Floyd de Syd Barret, ainda nos primórdios (Cósmica, Impedância, Solidão e Être Le Jouet), Buffalo Springfield (a instrumental Continental Fox-trot) e os brasileiros, principalmente Jovem Guarda (de leve), Mutantes, Ira! e Violeta de Outono. Já Meridiano Setentrional e Tempos de Glaciação chegam, de novo, aos Byrds de Gene Clark e Roger McGuinn de forma indireta, agora via REM e Cosmic Rough Riders.
Aliás, o líder do Continental Combo, o guitarrista e vocalista Sandro Garcia (veterano da cena paulista desde o final dos anos 1980) chegou a participar de uma das recentes encarnações do Violeta de Outono como baixista, mas o grupo surgiu mesmo a partir das cinzas do Momento 68, que tinha no baixo Carlos Rodrigues. Ele e Garcia juntaram-se ao baterista Rogério Meni para fundar a nova banda. Nos dois EPs que lançaram antes do álbum, eram mais evidentes as influências de jazz e rhythm'n'blues. Mas aqui predominam mesmo as levadas sessentistas e byrdianas, como não deixam mentir O Homem Retalho, Revolução em "G" Menor, Na Estrada Cinza e Jingle Jangle em Campos Verdes.
Escrito por sandro às 12h17
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Sons no Compact Disc Player

Segue uma listinha de discos nacionais (Cds e Cdrs) que acabei ganhando, trocando e comprando, e que estou ouvindo ultimamente, com o tempo vou postando comentário sobre cada um, valeu!!
Mama Gumbo/2005 Swan Lee - Silent Season/2005 Oswaldo Akamine - Inverno (90/2005) Os Skywalkers - Zenmakumba/2005 Stela Campos - Hotel Continental/2005 Na Poeira Solar/colêtanea2005 Adriano Azambuja - Vagalume e o Som das Coisas que Estão Sem Nome/2005 OAEOZ - As Vezes Céu/2005 Hipnóticos - Single/2005 Os The Darma Lóvers - Laranjas do Céu/2004 Plato Divorak - Calendário da Imaginação/2005 Violeta de Outono - Ilhas/2005
Escrito por sandro às 16h33
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Eu estive em Curitiba?
 Peguei uma gripe na quinta dia 04.08, sábado 06.08, tinha show do Cadão em Curitiba, e lá estavamos, tirei a minha temperatura, no hotel, algumas horas antes da apresentação e deu 38 de febre, que beleza!!! Mas o show do Retrô (um novo espaço em Curitiba) foi muito legal, depois voltei pro hotel e cinco da matina já estava de pé, pronto para pegar o ônibus das seis horas. Nem lembro direito desta rápida estadia por lá, e ainda estou me recuperando desta gripe "companheira".
Vitamina "C" e abraços para todos.
Escrito por sandro às 11h22
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Matéria publicada no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, nesta quarta-feira, dia 03/08.
QUARTA-FEIRA, 3 de agosto de 2005.
 INDEPENDENTE Psicodelia à paulistana
A banda paulistana Continental Combo nasceu em 2003, quando o histórico grupo Momento 68 deu seus últimos suspiros. A formação tem o veterano Sandro Garcia (guitarras e voz), Carlos Rodrigues (baixo) – ambos do Momento – e Rogério Menin (bateria), e é a continuidade do trabalho da banda extinta, principalmente da trajetória Garcia. Ele é um músico que já inscreveu, irremediavelmente, sua marca na produção contemporânea brasileira, desde os tempos do The Charts, banda dita mod, mas com uma sofisticação que, já no começo dos anos 90, ia muito além dos roquinhos carregados dos clichês característicos do gênero.
O disco homônimo da Continental Combo, lançado agora pela Monstro Discos, é um registro dessa evolução estética e musical na carreira de Garcia. Continental Combo, o álbum, capta muito bem o amadurecimento da sonoridade calcada basicamente em psicodelia e folk rock, e é o ponto alto dessa caminhada. Garcia é desses artistas que conseguem criar uma sonoridade tão própria que provoca uma identificação já nos primeiros segundos de audição.
A psicodelia é combinada com outras vertentes roqueiras para, no final, produzir músicas com apuro, sofisticação, delicadeza e texturas sonoras, completadas por boas letras que fogem de obviedades e, realmente, conseguem conferir uma gostosa densidade sem qualquer ponta de hermetismo. Tem a urbanidade de quem vive o ritmo enlouquecido de uma das mais populosas cidades do mundo, mas também oferece uma leveza sonora capaz de elevar a existência para outras esferas de vida.
Pode até dar a falsa impressão de algo nonsense, mas algumas letras entregam a densidade temática envolta em climas psicodélicos (“No cinza da cidade, você se consumiu/ E a solidão vai lhe abraçar sob o vento frio”, versos de “Tempos de Glaciação”). E há, ainda, o timbre e o ritmo do canto de Garcia, que confere inequívoca personalidade ao resultado final.
Discreto, Garcia – e seus companheiros, que se mostram perfeitos para a proposta – segue produzindo muito e tocando com gente do calibre de Violeta do Outono e o ex-Fellini, Cadão Volpato, com quem se apresenta em Curitiba no próximo sábado. Traça uma trajetória que, se não é notada pelo grande público, é de um qualidade que o faz figurar na ponta da produção independente atual. Tanto pela certeza e amadurecimento do quer fazer quanto como executa esse projeto.
Adriane Perin
Escrito por sandro às 14h29
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Cadão Volpato e Trio em Curitiba

Depois de alguns shows na capital paulista, o ex-Fellini Cadão Volpato (voz e guitarra), ao lado de seus comparsas Jair Marcos (guitarra e backing vocals), Sandro Garcia (baixo) e Marcelo Badari (bateria e percussão), parte em direção a Curitiba para apresentar seu primeiro trabalho solo "Tudo que quero dizer tem que ser no ouvido" (Outros Discos, 2005). No show, que acontece este sábado a partir das 22h no Retrô Bar, poderão se ouvir os arranjos rock para as belas e simples canções do disco, além de algumas músicas novas.
Sábado, 06/08, 22h Retrô Bar: R. Trajano Reis, 351 R$ 10 de entrada (grátis uma cerveja 600 ml) Infos e reservas: 8812-0314
Escrito por sandro às 14h10
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