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Raridades do Violeta de Outono na madrugada.


Nestes dias (falando daquele assunto de ouvir música de madrugada, antes de dormir) estou curtindo umas raridades do Violeta de Outono, a história é a seguinte, quando o Fábio Golfetti (guitarra e vocal da banda) resolveu transformar varios materias do grupo em cds (shows, ensaios, entrevistas e etc) a maioria destes títulos estavam em K7, acabei fazendo no "Quadrophenia" algumas transcrições de fita para digital (em CD), com isso o Fábio acabou me passando, como retribuição, todos os títulos que lançou pela "Invisível", até comentei desses lançamentos em uma entrevista que fiz com ele, deve estar entre os primeiros posts do blog.

O registro é simples em ambos os títulos, mas é impressionante como mostram claramente o formato que a banda desenvolveu desde os seus primeiros encontros musicais, aqui também se percebe uma relação maior do Violeta com o som "dark" predominante na época, mas a banda soube trabalhar esta sonoridade, mesclando com fortes referências da psicodelia dos anos 60. Quando ouço estes discos fico pensando no incio da banda e quanto eles se desenvolveram tecnicamente, é legal poder acompanhar este primeiros passos, isto graças ao empenho do Fábio em colocar este material acessível
O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do Violeta e adquirir alguns disquinhos.

Desta "coleção" estou ouvindo direto dois títulos bem curiosos, um deles é o primeiro show da banda no "Teatro Lira Paulistana" em dezembro de 85 (que incluiu como bônus, uma entrevista para o programa "Rock Expresso" na Cultura AM, apresentado pelo Thomas Pappon), o outro chama-se "Memories" demos que a banda gravou entre março e dezembro de 85, foi com estas gravações que o Violeta pode ser ouvido pela primeira vez nas rádios paulistanas. Nestes discos há vevistas e etc) a maioria destes títulos estavam em K7, acabei fazendo no "Quadrophenia" algumas transcrições de fita para digital (em CD), com isso o Fábio acabou me passando, como retribuição, todos os títulos que lançou pela "Invisível", até comentei desses lançamentos em uma entrevista que fiz com ele, deve estar entre os primeiros posts do blog.

O registro é simples em ambos os títulos, mas é impressionante como mostram claramente o formato que a banda desenvolveu desde os seus primeiros encontros musicais, aqui também se percebe uma relação maior do Violeta com o som "dark" predominante na época, mas a banda soube trabalhar esta sonoridade, mesclando com fortes referências da psicodelia dos anos 60. Quando ouço estes discos fico pensando no incio da banda e quanto eles se desenvolveram tecnicamente, é legal poder acompanhar este primeiros passos, isto graças ao empenho do Fábio em colocar este material acessível
O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do
Violeta de Outono - Lira Paulistana 1985
músicas:1. Outono 2. Transe 3. Dia Eterno 4. Declínio de Maio 5. Noturno 6. Luz 7. Violeta ¿67 8. Tomorrow Never Knows (Lennon & McCartney)

Violeta de Outono - Memories/demos 1985
músicas: 1.Outono* 2.Transe 3.Dia Eterno 4.Fim Do Começo (Declinio de Maio) 5.Luz 6.Tomevistas e etc) a maioria destes títulos estavam em K7, acabei fazendo no "
Quadrophenia" algumas transcrições de fita para digital (em CD), com isso o Fábio acabou me passando, como retribuição, todos os títulos que lançou pela "Invisível", até comentei desses lançamentos em uma entrevista que fiz com ele, deve estar entre os primeiros posts do blog.

O registro é simples em ambos os títulos, mas é impressionante como mostram claramente o formato que a banda desenvolveu desde os seus primeiros encontros musicais, aqui também se percebe uma relação maior do Violeta com o som "dark" predominante na época, mas a banda soube trabalhar esta sonoridade, mesclando com fortes referências da psicodelia dos anos 60. Quando ouço estes discos fico pensando no incio da banda e quanto eles se desenvolveram tecnicamente, é legal poder acompanhar este primeiros passos, isto graças ao empenho do Fábio em colocar este material acessível
O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do
6 músicas prediletas do Violeta:
Outono - EP/86 da Wop Bop
Dia Eterno - Violeta de Outono/87
Faces - Violeta de Outono/87
Em Toda Parte - Em Toda Parte/89
Outro Lado - Mulher na Montanha/99
Total Silêncio - Mulher na Montanha99

valeu! abração!!!!!

Escrito por sandrogarciaevistas e etc) a maioria destes títulos estavam em K7, acabei fazendo no "
Quadrophenia" algumas transcrições de fita para digital (em CD), com isso o Fábio acabou me passando, como retribuição, todos os títulos que lançou pela "Invisível", até comentei desses lançamentos em uma entrevista que fiz com ele, deve estar entre os primeiros posts do blog. às 13h38
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Rock, Cinema, Blog e Revistas.


Ameacei varias vezes postar algo depois do show do Continental que aconteceu no Milo na sexta dia 22.04, junto com o excelente Cherry Bomb, alías a casa estava bem cheia, o Rodrigo (baixista e vocalista devistas e etc) a maioria destes títulos estavam em K7, acabei fazendo no "Quadrophenia" algumas transcrições de fita para digital (em CD), com isso o Fábio acabou me passando, como retribuição, todos os títulos que lançou pela "Invisível", até comentei desses lançamentos em uma entrevista que fiz com ele, deve estar entre os primeiros posts do blog.

O registro é simples em ambos os títulos, mas é impressionante como mostram claramente o formato que a banda desenvolveu desde os seus primeiros encontros musicais, aqui também se percebe uma relação maior do Violeta com o som "dark" predominante na época, mas a banda soube trabalhar esta sonoridade, mesclando com fortes referências da psicodelia dos anos 60. Quando ouço estes discos fico pensando no incio da banda e quanto eles se desenvolveram tecnicamente, é legal poder acompanhar este primeiros passos, isto graças ao empenho do Fábio em colocar este material acessível
O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do
O Akamine rápido no gatilho, como sempre, até postou (no
Trincheira) uma nota sobre o fim de semana, falando do show e também da sessão de cinema que a ele, eu e a Consuelo acabamos enfrentando no sábado, assistimos o documentario "The Corporation", foram quase duas horas e meia de explanação sobre os maquiavélicos métodos de trabalho das grandes corporações mundiais, confesso que foi cansativo, pelo tempo do filme e também porque havia esquecido meus óculos em casa e não enchergava muito bem as legendas, isso aconteceu também quando fui assistir Fahrenheit, 11 de setembro do Michael Moore, foi dificil ler aquele monte de informação.

Ainda falando em show, apesar de já ter enviado o e-mail, vale reforçar que o Continental Combo toca agora sexta dia 29.04 na fo formato que a banda desenvolveu desde os seus primeiros encontros musicais, aqui também se percebe uma relação maior do Violeta com o som "dark" predominante na época, mas a banda soube trabalhar esta sonoridade, mesclando com fortes referências da psicodelia dos anos 60. Quando ouço estes discos fico pensando no incio da banda e quanto eles se desenvolveram tecnicamente, é legal poder acompanhar este primeiros passos, isto graças ao empenho do Fábio em colocar este material acessível
O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do
Outro toque, é que andei dando uma olhada no "
The Who by Blogger" um super blog sobre as atividades do The Who, feito por uma moçada bacana e super fã da banda, o Akamine esta lá dando uma força e provando sua idolatria pelos ingleses.

O Vinicius, (outro fã da banda) esta colocando no blog umas matérias divididas em partes, são textos encontrados na edição especial da revista Mojo, "40 anos do The Who' (revista que não pensei duas vezes em adquirir) ele traduziu as matérias "os 10 melhores e os 10 piores shows do Who", "o famoso encontro entre Paul Weller e Pete Townshend, mediado pelo jornalista Paolo Hewitt e também uma recente entrevista com Roger Daltrey, não perca tempo vá até o blog leia e depois imprima estes artigos.

valeu gente, abraços a todos!!!!

Escrito por sandrogarcia às 12h27
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Novas, Shows e Monstro Discos.


Apesar de achar a data meio longe, resolvi assim mesmo postar o "flyer" do show do Cherry Bomb no Milo Garage, que acontecerá no dia 22.04, nesta sexta-feira próxima, depois do feriado. Ah! a arte do flyer foi feita novamente pelo Badari e a Consuelo deu aquela diagramada final!

O Continental Combo vai fazer o show de abertura, que vai contar com uma pequena participação da Consuelo nos teclados. Estamos preparando para este show um "set list" com algumas musicas que não tocamos com muita frequência nos shows, além de faixas novas como a instrumental "Caravan" , Revolução em "G" menor e "Na estrada cinza".O catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do
Estas músicas fazem parte do repertório do primeiro album da banda, que vai ser lançado pela gravadora de Goiânia, Monstro Discos. O Léo Bigode (da Monstro Discos) têm planos que a gravadora já esteja vendendo o album no festival "Bananada" que vai acontecer em Goiânia por volta do dia 20 de maio.

Mudando um pouco de assunto aquele meu disquinho "solo" o Demos vol.1, vai ser lançado também em maio pela Open Field/Peligro Discos conforme me avisou o "Gui", estou torcendo para que tudo role legal!!. já têm inclusive uma data de lançamento no Milo, nas festas da Peligro que acontecem toda quinta-feira. Estou ensaiando algumas músicas para este show que vai contar com a força dos amigos,
Oswaldo Akamine na guitarra e/ou violão e o Badari na bateria.

Vou listar aqui as datas dos shows, assim fica mais fácil para visualizar.
22.04 no Milo Garage - Cherry Bomb e Continental Combo
29.04 na Fun House - Continental ComboO catálogo da "Invisível" já têm 17 discos, entre títulos do Violeta de Outono, Lux, AMT-1 (ex-bandas de integrantes do Violeta), Fábio Golfetti (solo), Invisible Opera of Tibet, Zero e outros. Vale apena entrar no site do 16.06 no Milo Garage - Sandro Garcia (+ Oswaldo Akamine e Marcelo Badari)

até a próxima, valeu gente!!!!

Escrito por sandrogarcia às 15h13
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The Jam na madrugada.


Mesmo em contato com música durante quase o dia inteiro no estúdio Quadrophenia, seja masterizando, gravando ou ligando os equipamentos para as bandas ensaiarem, acabo sempre antes de dormir (com aquele silêncio da madrugada) escolhendo um cd para ouvir, fico atento aos timbres e arranjos da gravação quase que como uma pesquisa sonora.
Ontem peguei o cd "Extras" do The Jam, este disco traz outtakes e versões alternativas de faixas encontradas nos trabalhos oficiais da banda.
Não tem jeito sou um fã assumido deste trio inglês, e acredito que alguns discos do "Jam" estão entre os que mais ouvi na minha vida, outros que facilmente incluiria nesta lista são os discos de demos e takes alternativos do Pete Townshend chamados "Scoop"/83, "Another Scoop"/87 e "Scoop 3"/2003. (este último, é uma cópia que o Oswaldo me deu de presente)

Do "The Jam" adoro principalmente o "All Mod Cons"/78 e o "Sound Affects"/80, fiz um texto sobre a banda que saiu no zine da loja Velvet (em novembro de 98), na epóca havia acabado de ganhar de presente de aniversario o box "Direction, Reaction, Creation", já não estava ouvindo o trio com tanta frequência, mas o presente me fez voltar a ouvi-los incansavelmente.
No box existe um quinto cd que é bem semelhante a idéia do "Extras" trazendo também só faixas raras, demos e covers como: "Rain"(Beatles) e "Dead End Street"(Kinks).

O "Jam" foi a banda que soube como nunca explorar os limites sonoros de um trio, a guitarra e a voz potente do Paul Weller foi sempre complementada pelas precisas e criativas linhas de baixo do fenomenal Bruce Foxton, além de fazer também os back-vocals (para mim um dos melhores back -vocals do rock) também fica dificil não comentar que durante o período em que toquei baixo no Faces e Fases(mid 80's) e no Charts (90's), Bruce foi uma da minhas maiores influências, tudo que eu fazia no baixo era uma tentativa de chegar perto deste gênio. (bom, hoje sei pelo menos que um contra-baixo tem geralmente 4 cordas e uma guitarra tem 6, é brincadeira!!!!!) O "Jam" ainda possuia a máquina de ritmo chamada Rick Buckler, Rick tocava "caixa" com uma precisão fantástica, ouça "All Around the World" ou "Funeral Pyre".

O amigo Oswaldo (Trincheira), outro fã do trio, me comentou que esta com um cdzinho com umas faixas raras da banda, estou para pegar uma cópia com ele e assim vamos continuar nossa incansavel audição da banda.

Eu e a Consuelo vimos aqui em São Paulo o show do Stiff Little Fingers banda que o baixista Bruce Foxton esta tocando desde que deixou o "Jam" (ficamos babando!!), o Paul Weller tocou no Style Council que lançou o ótimo primeiro disco Café Bleu, nunca acompanhei completamente a trajetória da banda, que acabou em 90, Weller tem hoje uma carreira solo bem estabelecida, ele já lançou por volta de 7 discos.

6 faixas prediletas do The Jam:
1. The Night (single)
2. Mr.Clean (All mod Cons)
3. Fly (All mod Cons)
4. Monday (Sound Affects)
5. Dream Time (Sound Affects)
6. Tales from the Riverbank (single)

abraços a todos.

Escrito por sandrogarcia às 13h35
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Audiopost e o ataque da terrível gripe los incansavelmente.
No box existe um quinto cd que é bem semelhante a idéia do "Extras" trazendo também só faixas raras, demos e covers como: "Rain"(Beatles) e "Dead End Street"(Kinks).

O "Jam" foi a banda que soube como nunca explorar os limites sonoros de um trio, a guitarra e a voz potente do Paul Weller foi sempre complementada pelas precisas e criativas linhas de baixo do fenomenal Bruce Foxton, além de fazer também os back-vocals (para mim um dos melhores back -vocals do rock) também fica dificil não comesurpresa.



Caramba!! foi de um dia para outro, simplesmente acordei com uma gripe de derrubar, parecia que tinha uma bigorna em cada bolso da calça, é mole!!

Já um pouco menos pior, resolvi fazer este "Audio Post", a faixa é uma nova versão (mais uma!!!) de Étre Le Jouet, esta música foi gravada pelo Momento 68 em um K7 lançado pela Monstro Discos chamado "Jazzy Man Metrópole", o Continental fez uma regravação em seu primeiro EP, a versão ficou mais rápida e com mais "punch" que a original, existe também uma outra gravação no meu cd Demos vol.1, esta versão é bem mais calma, sem bateria e com um "pianinho" da Consuelo acompanhando toda a música.

Esta nova versão (que escolhemos para tocar nos shows) foi gravada no porta estúdio K7 de 4 canais em um ensaio do Continental no Quadrophenia. Depois, acrescentei o vocal, mas ainda se ouve uma voz "fantasma" da gravação original. Quem sabe fazemos uma gravação oficial desta versão.
Clique no nome da música para ouvir "Étre Le Jouet"

Vou deixar aqui também a letra da música, a foto acima na verdade é um postal com cenas de São Paulo, é uma série comemorativa de 450 anos da cidade, a Consuelo comprou este em uma banca na Av Paulista, achei que o clima noturno da foto (no caso é a Av. Ipiranga) tem a tudo a ver com música.

Étre le Jouet
Hoje eu te encontrei
Em luzes de neon, em salas de cinema
Em filmes giratórios, pra me confundir

Na vitrine o reflexo da noite
E eu vejo os estranguladores
Que olham para mim
E olham pra você, assim

O seu sorriso longe deste céu
E dentro da cidade
Ouço falsas novidades, sem igual

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Escrito por sandrogarcia às 01h03
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