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Uma letra com aquele clima de madru0, quando a coréia foi anexada ao Japão, e foi até 1945, quando o Japão foi derrotado na segunda guerra e se retirou do território coreano.
As influências ocidentais de autores como Péret, Breton e William Blake e Whitman, estão sua Gibson SG tocando algumas faixas com a gente(a foto aí em cima foi a Juliana que bateu), fizemos alguns ensaios no Quadrophenia para dar uma passada nas músicas, acabei gravando em porta-estúdio K7 um destes ensaios, gerei os MP3's e enviei para o Oswaldo que transformou as faixas "Audio Post" no seu blog o "Trincheira" (veja o link na coluna a esquerda) o "Audio Post" é uma espécie de post com som ou até vídeo. Ele me passou os links das músicas e fiz um teste colocando aqui no blog também, é só clicar no nome das músi uma poesia entre as varias que lí e curtí muito.
O florescer Floresce, pétala a pétala um céu que se abre
Finalmente a última pétala estremece - a derradeira
Até o vento, até o sol baixam a respiração Eu também fecho os olhos lentamente
Yi-Ho-u (1912-1970)
Escrito por sandrogarcia às 01h04
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Uma letra com aquele clima de madru0, quando a coréia foi anexada ao Japão, e foi até 1945, quando o Japão foi derrotado na segunda guerra e se retirou do território coreano.
As influências ocidentais de autores como Péret, Breton e William Blake e Whitman, estão e silver sun is shining
Meridiano setentrional Na aurora a luz que você procurou Em alto exílio vai correndo sob o frio
Escrito por sandrogarcia às 01h43
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Foi bom enquanto durou!
Os shows das bandas no projeto "15 minutos" na Galeria Oli0, quando a coréia foi anexada ao Japão, e foi até 1945, quando o Japão foi derrotado na segunda guerra e se retirou do território coreano.
As influências ocidentais de autores como Péret, Breton e William Blake e Whitman, estão do foram muito legais, apesar do tempo realmente ser contado no relógio (as apresentações duraram no máximo 20 minutos) o espaço oferece uma infra-estrura muito bacana e profissional. Antes dos shows rolou um pequeno debate/bate-papo com integrantes das bandas, eu e o Carlos (que falou em nome da sua loja a Sensorial Discos) comentamos um pouco dos espaços, das dificuldades e caminhos que as bandas encontram hoje para divulgar seus trabalhos, Paulo do "Betty 57" também deu sua opinião e a conversa foi mediada pelo Ilsoontânea e ele então disponibilizada no blog. Lá você pode encontrar regravações como "Good Only Knows" (Beach Boys - Pet Sounds), The Who (Faith in Something Bigger), suas composições próprias ou ainda antigas gravações da sua extinta banda Motax.
um grande abraço
Escrito por sandrogarcia às 02h06
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Foi bom enquanto durou!
Os shows das bandas no projeto "15 minutos" na Galeria Oli0, quando a coréia foi anexada ao Japão, e foi até 1945, quando o Japão foi derrotado na segunda guerra e se retirou do território coreano.
As influências ocidentais de autores como Péret, Breton e William Blake e Whitman, estão n guitarrista e vocalista do "Zeferina Bomba". Seria ótimo se pintasse mais espaços como este pela cidade, no debate, quando se tocou no assunto dos festivais de música pelo Brasil, surgiu até a idéia de fazer um evento maior na própria Galeria Olido, é torcer para que a coisa role.

 A Consuelo até tentou tirar algumas fotos, mas como não podia usar o "flash" da máquina no teatro???? não saiu nada que preste, estas aí em cima foram tiradas pelo amigo Claudionor. valeu !!!
set list do show: 1. Turn on 2. O Homem Retalho 3. Paisagem Pintada com Chá 4. Nova Manhã 5. Revolução em "G" menor 6. Meridiano Setentrional
Escrito por sandrogarcia às 16h29
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Betty 57, Zeferina Bomba e Continental Combo na Galeria Olido.0, quando a coréia foi anexada ao Japão, e foi até 1945, quando o Japão foi derrotado na segunda guerra e se retirou do território coreano.
As influências ocidentais de autores como Péret, Breton e William Blake e Whitman, estão b>
 Pessoal, só pra lembrar mais uma vez!! coloquei aqui o "flyer" do "Projeto 15 Minutos" que vai contar com as apresentações das bandas Betty 57, Zeferina Bomba e Continental Combo. Os shows (com entrada gratuita) vão rolar amanhã dia 06.03 a partir da 16:00 hs lá na Galeria Olido.
Avenida São João, 473 - Centro (próx. Metrô República) Informações para o público: 3334-0001 - r. 1951 (não possui estacionamento)
Como já comentei é um teatro bacana, que dá a chance do público assistir os shows em lugar confortável e sem gastar com entrada.
até lá e um grande abraço a todos sandro
Escrito por sandrogarcia às 21h49
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A Cena Musical em Canterbury
 Publiquei este artigo em um fanzine que foi encartado com o Ep "Vitímas da Op Art"do Momento 68, distribuido pouco antes da saida do disco "Tecnologia". (veja mais informações sobre ele no catálogo que esta no site do Continental Combo em "material" ) Este é mais um daqueles textos que tomam um espaço enorme no blog, mas enfim, uma boa leitura pra todos!!!!
No início dos anos 60 a Inglaterra viu em Liverpool o nascimento dos Beatles. Em outras cidades da grande ilha também se constatou o surgimento de outros grupos. Small faces, Kinks, Who, Stones, Yardbirds e muitos outros vieram deste grande pólo cultural que foi a capital londrina. Um pouco mais ao sul da Grã Bretanha, mais precisamente na cidade de Canterbury, uma cena também se desenvolveu. Não em torno de muitas bandas, como em Londres, mas em volta de um grupo de amigos que compartilhavam os mesmos gostos musicais. A chegada a Europa do intinerante músico australiano Daevid Allen foi determinante nas revoluções culturais ocorridas no jovem grupo de músicos de Canterbury. Allen, fissurado em literatura Beat, percorreu a Inglaterra, França e Majorca (Espanha). Sempre envolvido com música e eventos políticos, chegou a conhecer em Londres o poeta William Burroughs que o convidou a participar de um show chamado Poets Machine, uma combinação de leitura de poemas, projeções e música.
Logo em seguida em Majorca um encontro entre Allen e um ex-estudante de Canterbury chamado Robert Wyatt serviria de impulso para um futuro envolvimento musical. Aqui vale a pena abrir um parênteses deixando claro que a corrente musical de Canterbury teve como precurssores os grupos Daevid Allen Trio e o Wilde Flowers que serviram de base para o surgimento de bandas como Soft Machine, Caravan, Matching Mole, Gong, Kevin Ayres and Whole World. A partir de 1963, tanto no Daevid Allen Trio quanto no Wilde Flowers, muitos músicos da cena Canterburiana se revezaram. Entre eles: Kevin Ayers, Hugh Hopper, Brian Hopper, Robert Wyatt, Mike Retledge, Richard Coughlan, Richard Sinclair, Pye Hastings entre outros.
A admiração de Daevid Allen pela poesia Beat, tinha sua tradução musical complementada por este grupo de músicos que se diferenciaram de muitas bandas britânicas, pois ao invés de ter somente no Rock'n' Roll, R&B e Soul suas referências musicais adoravam também o Jazz Avant-Garde (Coltrane, Charles Mingus, Thelonius Monk) e o psicodelismo em sua forma mais ousada. O resultado: um pop experimental e sofisticado para a época, absolutamente original, uma marca do Canterbury Sound. Por volta de 1966 com o nome inspirado em um romance de William Burroughs, Deavid Allen, Robert Wyatt, Kevin Ayres, Mike Retlege formam o Soft Machine. Com esta formação gravam um compacto com Love Makes Sweet Music e Feelin' Reelin' Squealin'. Neste período o Soft Machine dividiu apresentações com o Pink Floyd na famosa casa underground UFO e também na Roundhouse.
Por volta de 67, após alguns shows na França, o grupo retornava para Inglaterra quando Daevid Allen é barrado em Dover sob a alegação de mudanças nas leis do serviço de imigração. Valdir Montari em seu livro Rock Progressivo, levanta a opinião de que esta manobra não passaria de um ato burocrático para evitar que uma pessoa com idéias transgressoras e indesejáveis como Allen retorna-se a Inglaterra. Daevid Allen fica então na França e lá participa dos acontecimentos revolucionários de maio de 68 que o leva ao encontro de sérios problemas com a polícia francesa, vai então para Majorca com sua esposa Gilli Smith e por volta de 69 com a situação mais calma, retornam a Paris, onde formam o grupo Gong, ainda em atividade.
O Soft Machine por sua vez grava seu primeiro disco em trio. É deste album músicas como: "Hope for Happiness" e "Why are We Sleeping?" Após uma turnê com Jimi Hendrix pela América do Norte, é a vez de Kevin Ayers abandonar a banda. Algum tempo depois ele iniciaria sua carreira solo lançando o sensacional "Joy of Toy" em 69. O segundo disco do Soft Machine (Volume Two) têm Hugh Hooper no baixo e o álbum "Third" traz uma banda com oito músicos, que percorrem os caminhos do experimentalismo com altas doses de Jazz rock. Na época foi lançado em vinil duplo, com uma música de cada lado do disco. É neste álbum que se encontra "Moon in June" uma bela canção jazzística interpretada por Robert Wyatt. O próximo disco "Fourth" nota-se o silêncio vocal de Robert Wyatt e a eviddência de que algo aconteceria. Logo em seguida se dá sua saída da banda. Wyatt forma então o Matching Mole que conta com David Sinclair (dos tempos do Wilde Flowers e ex-Caravan), gravam dois discos entre 72 e 73, quando uma queda do quarto andar de um prédio deixa Robert Wyatt paralisado da cintura para baixo. Mesmo assim, até hoje, ele se mantém como um ativo compositor, gravando discos esporadicamente. Paralelamente aos trabalhos do Soft Machine e os apuros de Daevid Allen na França, o Wilde Flowers, continuou mantendo suas atividades. Sua última formação contava com Richard Coughlan, Pye Hastings, Brian Hooper, David Sinclair e Dave Lawrence. Com excessão de Hooper e Lawrence todos os outros integrantes, juntamente com Richard Sinclair formaram o Caravan que lançou seu primeiro disco em 68 (uma obra-prima na minha visão particular). A banda gravou vários discos durante toda a década de 70 e vem se apresentando até hoje.
Uma imensa árvore musical com origem direta ou indireta na cena de Canterbury mostra que suas atividades continuam, procurando sempre uma forma radical de fazer música. Sem me ater a detalhes, listo aleatoriamente alguns nomes: Daevid Allen, Kevin Ayers, Banana Moon, Caravan, Centipede, Chris Cutler, Egg, Fred Frith Gilgamesh, The Magick Brothers, Pierre Moerlen's Gong, Mother Gong National Heath, New York Gong, Planet Gong, Gilli Smyth, Soft Heap, Soft Head, Soft Machine, WIilde Flowers, Robert Wyatt, Hugh Hooper, Khan, Elton Dean, Steve Hillage, Tim Blacke & Cristal Machine, Gong, Hatfield and The North, Henry Cow, Here and Now, Matching Mole, Didier Malherbe, (e também os músicos brasileiros) Angelo Pastorello, Fábio Golfetti, Fernando Alge, Renato Mello, Arthur Greig, Claudio Souza,(da Invisible Opera Company of Tibet - South America), entre muitos outros
mais informações nos endereços: www.voiceprint.com.br
Escrito por sandrogarcia às 16h05
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