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Acabei de atualizar este texto que havia sido publicado no extinto zine "Pandorga" que editei com a Consuelo entre 94 e 96. O texto saiu no nº 3 em Novembro de 94. Me impressiona que um talento como Daniel Torres tenha tão pouco material publicado no Brasil.



A harmonia entre passado e futuro na HQ de Daniel Torres.

Nascido em 1958, na região de Valência, Espanha, Daniel Torres define a HQ como "ciência exata", onde tudo tem relação entre si, como em uma equação matemática. Através de seus quadrinhos de ficção-científica, Torres cria um coquetel de informações tanto gráficas quanto históricas, sem provocar desordem ao leitor. Com absoluta originalidade, seus trabalhos partem de uma espécie de reciclagem de lugares comuns ou histórias de personagens consagrados como Tintim, do artista belga Hergé, ou dos americanos Lee Falk, criador de Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográficas e literárias em convívio perfeito entre objetos e decorações da década de 30 e 40 com o design dos grandes automóveis dos anos 50.

Os primeiros trabalhos de Daniel Torres foram publicados na revista espanhola "El Víbora" em 1980. Mas foi através dos personagens "Opium" e "Roco Vargas" que seus trabalhos se tornaram conhecidos fora da Espanha.

Hoje, Daniel Torres é um dos maiores artistas gráficos da Espanha, e o seu currículo mostra a sua versatilidade artística. Para citar alguns exemplos, além das HQs, Torres também trabalhou na campanha da loja Fnac de Madrid em 1993, em 99 cuidou da nova imagem da editora Norma (que vem publicando todos os seus trabalhos), inclusive Torres desenhou um painel de 16x16 mêtros para a faixada do edíficio sede da editora. Atualmente ele se dedica a um projeto de animação em 3D chamado "Fórmula Nitro", um desenho futurista sobre carros de corrida. Mas nestes quase trinta anos de trabalho, Torres realizou muitos outros projetos, que vou listar em ordem cronológica no final deste texto.
e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfi
No Brasil, infelizmente, quase nada da sua obra foi lançado. A princípio, foram publicados alguns de seus desenhos feitos em preto e branco em números esporádicos da revista "Animal", da VHD Diffusion, que foi responsável também pela publicação do álbum "Triton", o primeiro a trazer as aventuras siderais de Roco Vargas, lançado no Brasil em 1989.

"Triton" descreve o planeta terra em 1982, assolado por uma grande estiagem. O personagem Armando MHQs, Torres também trabalhou na campanha da loja Fnac de Madrid em 1993, em 99 cuidou da nova imagem da editora Norma (que vem publicando todos os seus trabalhos), inclusive Torres desenhou um painel de 16x16 mêtros para a faixada do edíficio sede da editora. Atualmente ele se dedica a um projeto de animação em 3D chamado "Fórmula Nitro", um desenho futurista sobre carros de corrida. Mas nestes quase trinta anos de trabalho, Torres realizou muitos outros projetos, que vou listar em ordem cronológica no final deste texto.
e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfiistral, um escritor de ficção científica, se mostra indiferente ao problema, preferindo viver confortavelmente em seu luxuoso clube particular "Mongo". A chegada de uma carta em nome de Roco Vargas (verdadeira identidade de Mistral) quebra a tranquilidade da história. Seu remetente o Dr. Pierre Covalsky conhece o passado glorioso de Roco e agora necessita das habilidades espaciais do herói para concluir seu plano que salvaria a Terra - trazer do planeta Triton enormes icebergs, que no contato com a atmosfera terrestre se transformHQs, Torres também trabalhou na campanha da loja Fnac de Madrid em 1993, em 99 cuidou da nova imagem da editora Norma (que vem publicando todos os seus trabalhos), inclusive Torres desenhou um painel de 16x16 mêtros para a faixada do edíficio sede da editora. Atualmente ele se dedica a um projeto de animação em 3D chamado "Fórmula Nitro", um desenho futurista sobre carros de corrida. Mas nestes quase trinta anos de trabalho, Torres realizou muitos outros projetos, que vou listar em ordem cronológica no final deste texto.
e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfi

Escrito por sandrogarcia às 23h11
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Papai Noel, eu quero "Wouldn't it Be Nice" de presente.

e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfiww.sandrogarcia.blogger.com.br/brianwilson.jpg">
o "velho" Brian em ação.

Me lembro como se fosse ontem, quando comprei a anos atrás (na Feira do Livro) o recém lançado :"Paz, Amor e Sg. Pepper", lí e curti muito. Escrito por George Martin e William Pearson o livro comenta sobre as sessões de gravação do album "Sgt. Peppers" dos Beatles. Foi o tipo de livro que despertou em mim (como músico), mais vontade de realizar gravações e testar as possibilidades de um estúdio.
Outro livro de mesmo peso acaba de ser lançado "Wouldn't it Be Nice" só que neste são revelados os detalhes das gravações do album considerado a obra prima "Pop" o reverenciado "Pet Sounds" dos Beach Boys, fruto da ousada criatividade de Brian Wilson, e que durante alguns anos acabou pagando com a sua sanidade mental o alto preço desta façanha musical, passando por períodos de isolamento e tratamentos psiquiatricos.

O livro é escrito em parceria por Charles L. Granata (produtor e historiador musical, autor de um livro semelhante sobre gravações com Frank e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfiSinatra) e Tony Ascher (arranjador musical que trabalhou com Brian Wilson no "Pet Sounds", inclusive, Brian deixa claro sua importância agradecendo a ele no DVD "Pet Sounds Live in London").

Diferente do livro de George Martin, que ganhou sua versão brasileira, traduzido por Marcelo Froés, "Wouldn't it Be Nice" ainda só possui edição em inglês.
mais informações no site da editora: http://www.ipgbook.com

Ah! "Wouldn't it Be Nice" pode ser encontrado na livraria Cultura (e custa em média R$ 65,00)

O livro é escrito em parceria por Charles L. Granata (produtor e historiador musical, autor de um livro semelhante sobre gravações com Frank e Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfi />
Aí a minha conta bancária!!!!
Acho que vou pedir o livro pro Papai Noel!!!!!

valeus!!!



Escrito por sandrogarcia às 20h49
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Gripe, revistas e divagações sobre o movimento punk


Capa da revista "HV" (com Paulo Ricardo posando de galã, Argh!!!) e capa da nova edição da "Mosh"

Na verdade eu tinha a idéia de escrever sobre os Stranglers (banda da qual sou fã), no fim acabei divagando um pouco sobre revistas e o movimento punk (mas não deixei da fazer o texto e postei logo abaixo). Fiquei de molho, vítima de uma forte gripe, com isso andei revendo umas revistas antigas e encontrei a HV (na capa diz "H" de humor e "V" de verdade !?), a HV foi uma revista de assuntos gerais (moda, música e comportamento) que circulou nos anos 80. Esta que acabei relendo, é de novembro de 85.

Neste Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfia edição têm uma matéria bem legal feita pela Bia Abramo sobre o "novo" rock Paulista, ela dá uma geral nas "novas" bandas e menciona a importância dos caminhos abertos pelo movimento punk que São Paulo viu surgir no finalzinho dos anos 70 e início dos anos 80.
E isso realmente faz sentido apesar da sonoridade dos grupos como: Smack, Fellini, Voluntários da Pátria, Musak, Ness, Akira S, Chance, Ira, Violeta de Outono, Cabine C, entre outros, apontarem para tantos lados diferentes, o punk foi vital para moldar um novo processo de formar uma banda e reciclar influências. E aqui, mesmo que atrasadamente nota-se um reflexo do que rolou na Inglaterra ou nos Estados Unidos.

Lá fora o punk também acabou tendo essa função, e hoje mais do que identificar se esta ou aquela banda representa realmente a sonoridade punk, os grupos que surgiram sob essa explosão de revolta e ruptura contra as grandes produções do show business, mostraram as possibilidades de recriar e dar novos caminhos para o rock, mesmo que depois tenham se tornado os novos represene Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfitantes do mundo dos negócios na música.

Fica claro em grupos Ingleses (só para citar alguns bem conhecidos) como: The Clash (que misturou dub e reggae), The Stranglers (que explorou o soft rock, dosando virtuosos teclados com um som urgente), The Jam (que resgatou notóriamente o mod do The Who) ou em Nova York o Television (com suas músicas longas, e ousadas tramas de guitarras de Verlaine e Lloyd),
que embora cada qual explorando um terrreno diferente do rock, todos buscaram novas possibilidades para a música, e o fizeram sob a incendiaria bandeira do movimento punk.

Pete Townshend do The Who, diz que esta revolução foi vital para o rock e ele tem razão.

Vale apena citar também o novo número da revista Mosh (nº 4), onde o editor Regis Tadeu lista os 50 melhores discos de punk (como em qualquer lista sempre falta alguém), mas Regis faz uma lista e comentários bem legais, há informações curiosas, por exemplo, sobre o disco do Cólera (o independente "Pela Paz em Todo Mundo" de 86) que vendeu 90 mil cópias!!. Ae Mandrake e Alex Raymond criador de Flash Gordon. Mas suas influências não se reduzem só a artistas ligados aos comics. Em seu trabalho há traços da sua formação em arquitetura, do desenho industrial e publicitário, informações cinematográfilgumas bandas como o The Jam, o Clash e os Ramones tiveram cada qual três discos na lista.
É interessante notar a variedade de bandas nesta lista, cada qual com sua característica, comprovando as várias possibilidades sonoras que o movimento punk proporcionou.
valeu!!!!



Escrito por sandrogarcia às 00h10
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Faces e Fases, os Mods invadem a TV Cultura

Quando foi colocado no ar o site do Momento 68, achei legal incluir uma parte para textos
em um e-zine, lá além de artigos variados, coloquei os releases do Faces e Fases e do Charts (duas bandas que toquei).
Quando o "Momento" acabou6, todos da banda aparecem vestidos de presídiarios, em uma clara citação ao episódio da universidade, além do trocadilho no nome da faixa.
- O mega single "Golden Brown" foi usado na trilha do filme "Snacth".
- Em 2001 a cantora Tori Amos lançou o disco que batizou de "Strange Little Girls" inspirado na música "Strange Little Girl" (esta música alías foi composta no início do grupo por volta de 74, mas só foi lançada oficialmente em 82.)
- Tanto no disco "Feline" de 82 dos Stranglers, quanto também no nome do diretor de cinema Federico Fellini, inspiraram o nome do grupo paulista Fellini.

acessem e obtenham mais informações no site oficial da banda:
http://www.the-stranglers.com/

e também na pagina do ex-guitarrista Hugh Cornwell:
http://www.hughcornwell.com/

um abraço pra todos.!!!!


Escrito por sandrogarcia às 19h58
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Fotos do Bazar no Estúdio


O "Bazar no Estúdio" foi muito bacana, organizado pelo simpático casal Claudio e Lela, rola no Ap dos dois e serve para promover um encontro entre amigos além é claro de reunir artistas gráficos, desenhistas, escultores, entre outros . Rolou também as apresentações musicais com pocket shows do Voluta Glifos (projeto solo) do Badari e também o jazz torto do Dellatrons duo formado por mim e o Badari.
Valeu gente!!!
(As fotos que postei aqui foram tiradas pelo Claudio)


Escrito por sandrogarcia às 20h07
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O "Bazar no Estúdio" vai rolar nos próximos dias
11 e 12 de dezembro (a partir das 11:00 da manhã).
No evento vai rolar exposições(e loja) de arte em geral, além dos pocket shows
(que rolaram por volta das 18:00 hs) com o Voluta Glifos e Dellatrons.
visitem o site e pintem por lá.
um grande abraço



Escrito por sandrogarcia às 00h42
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Fotos do Bazar no Estúdio


O "Bazar no Estúdio" foi muito bacana, organizado pelo simpático casal Claudio e Lela, rola no Ap dos dois e serve para promover um encontro entre amigos além é claro de reunir artistas gráficos, desenhistas, escultores, entre outros . Rolou também as apresentações musicais com pocket shows do Voluta Glifos (projeto solo) do Badari e também o jazz torto do Dellatrons duo formado por mim e o Badari.
Valeu gente!!!
(As fotos que postei aqui foram ti, o site foi tirado do ar, passei então estes releases para o site do Continental Combo. (banda que toco atualmente).

Resolvi colocar aqui no blog este release do "Faces" (hoje, estou dedicando este espaço para banda), a diferença e que postei aqui algumas fotos da apresentação da banda no extinto programa musical Boca Livre na TV Cultura em 1986 ou talvez 87 ?(não me lembro ao certo). Era um programa onde se apresentavam varias bandas alternativas.
Fiz questão de reproduzir o diálogo entre o Kid Vinil (apresentador no programa na época) e o Flávio (vocal e guitarra do "Faces")
Foi algo muito engraçado, tinhamos uma postura "Mod" assumida, mas não sei, se por nervosismo ou por auto afirmação, contrariamos todas as perguntas do Kid.

Ah! esses moleques do Faces!!!
Ah! esse Kid Vinil





Kid: Vamos a primeira banda, a primeira banda de hoje. Todos vestidos a lá "Mod", eles devem gostar do The Jam? gostam ou não? quem fala, quem é o porta-voz (apontei para o Flávio).
Kid: Bastante, pode ser? você gosta do The Jam, nunca ouviu falar no Jam?
Flávio: Os Geléias? Os Geléias eu já ouvi.
Kid: Não conhecem o The Jam?, um trio inglês chamado The Jam.
Flávio: Eu conheço o High Numbers.
Kid: Conhece o The Who pelo menos?
Flávio: Um pouquinho.
Kid: Já ouviu falar em Pete Townshend? (o pessoal no programa começa a rir e gritar).
Kid: Brincadeira, calma, calma, vamos por partes, o pessoal fica nervoso. Porque gente?
Kid: O grupo chama-se Faces e Fases, certo? e o que que é? qual é a de vocês? se não é "Mod" é o que?
Flávio: É uma banda de rock.
Kid: E porque esta vestimenta? esta botãozinho aqui que significa The Who, isso aqui?(Kid aponta para o bottom do Flávio)
Flávio: A não, isso é das forças aereas inglesas
Kid: Não é The Who, eu conhecia como The Whoimg src="http://sandrogarcia.zip.net/images/slide.jpg">

O "Bazar no Estúdio" foi muito bacana, organizado pelo simpático casal Claudio e Lela, rola no Ap dos dois e serve para promover um encontro entre amigos além é claro de reunir artistas gráficos, desenhistas, escultores, entre outros . Rolou também as apresentações musicais com pocket shows do Voluta Glifos (projeto solo) do Badari e também o jazz torto do Dellatrons duo formado por mim e o Badari.
Valeu gente!!!
(As fotos que postei aqui foram ti.
Kid: Bom então toca, eu não vou encher o saco de vocês, toca qualquer coisa, "Veja o Mundo Agora" com o Faces e Fases. eles são tão bem humorados, que horror!!!

(depois que terminamos a musica o Kid ainda comentou o seguinte)
Faces e Fases, se não tem nada a ver com o Jam e com o Who qualquer semelhança com o Ira!
é mera coincidência.

Escrito por sandrogarcia às 10h25
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Adoro quadrinhos!!


clique na capa para obter mais informações

Sempre curti ler quadrinhos, o último foi "Av. Dropsie a Vizinhança" do Will Eisner, adorei.
Acabo de adquirir (com o Marcelo Badari), a coletânea "Tiras de Letra"onde 27 autores
de todo Brasil (entre eles o próprio Badari) mostram suas tirinhas, o livro é um verdadeiro desfile de talentos. Na verdade este já é o 4º volume dentro desta série que compila vários artistas. A iniciativa e produção é do Mario Dimov Mastrotti, que também é desenhista, os títulos são lançados através da sua editora a Virgo.
Mastrotti ainda apresenta toda segunda (das 11:30 ao 12:00) o programa "Amigos do Traço" na "It's Tv" (Tv transmitida pela internet)


capa do Pandorga nº 5 (fevereiro de 1995)

Aliás, falando em quadrinhos, cheguei a editar (entre 94 e 96) junto com a Consuelo o zine "Pandorga". (me lembro que fizemos o lançamento do nº 1 no extinto "Aze 70" e teve shows do Charts e do Gasolines). Nele comentava¿mos de Hq's, cinema, música e etc. Em breve vou atualizar alguns destes artigos e postar aqui no blog, o primeiro vai ser sobre o desenhista espanhol Danias musicais.
Quando o Edgard podia, sempre pintava em algum show do Faces. Foi nesta época que o próprio Edgard convidou o grupo para um show memorável. Com muito entusiamo ensaiamos um repertório da primeira fase do The Who e tocamos em um show tributo á banda realizado no Dama Xoc. Essa data ainda serviu de festa de lançamento do vídeo Who's Better Who's Best. Nossa vontade era simplesmente de tocar, com isso acabamos deixando passar a oportunidade de registrar em estúdio, um material mais definitivo da banda. Os únicos registros que se têm, são gravações de ensaios e shows guardadas nos nossos arquivos pessoais.
Em 89, Claudio foi convidado para tocar bateria na tournê; do disco solo "Amigos Invisíveis", do Scandurra, optando por sair do Faces & Fases. Ele ainda tocou no Solano Star e também no Violeta de Outono.
O Flávio e eu passamos um tempo sem tocar e neste período começamos a pesquisar o Rhythm and Blues e Soul, que era a base de influência das bandas dos anos 60 que já vínhamos ouvindo. Isto também serviu de base para o que viria a ser o The Charts.

Escrito por sandrogarcia às 02h49
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Adoro quadrinhos!!


clique na capa para obter mais informações

Sempre curti ler quadrinhos, o último foi "Av. Dropsie a Vizinhança" do Will Eisner, adorei.
Acael Torres (Opium e Triton, e muito mais)
Valeu!!

Escrito por sandrogarcia às 20h00
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