| |

Domingão dia 28.11 têm show do Continental Combo, na Fun House (r. Bela Cintra, 567)
Depois ter gravado "Pare de Sonhar com Estrelas Distantes" do Ronnie Von, (Alias esta gravação pintou por incentivo do amigo Tiago (de Alvorada/RS) Valeu !!!!) resolvemos incluí-la no repertório ao vivo. A versão já circula pela Internet, o Carlos (baixista da banda) disponibilizou o arquivo no SoulSeek (user:charliejjparker).
Diferente da original, mais "derretida" e lenta, a versão do Continental se aproximou da psicodelia do Status Quo em 68, de faixas como "Ice in the Sun" e Pictures of Matchstick Men"
Vale lembrar a letra (na minha visão particular), onde imaginei um paralelo com a faixa dos Byrds,"So want to be a rock"n"roll star". Acho que "Pare de sonhar..." é um toque para aqueles que adoram sonhar com estrelas distantes.
Esta música com certeza vai estar no repertório do show, além de resgatarmos "Abre, sou eu" (cover do Beat Boys, difícil de ser deixado de lado).
O set list conta também com as novas: "Revolução em G menor" e "Meridian o Setentrional", entre outras que o Continental vem tocando, como "Turn on ,Tune in, Drop Out" e "Homem Retalho".
Valeu, um abração sandro
Escrito por sandrogarcia às 17h46
[]

Acabo de orga /> Esta música com certeza vai estar no repertório do show, além de resgatarmos "Abre, sou eu" (cover do Beat Boys, difícil de ser deixado de lado).
O set list conta também com as novas: "Revolução em G menor" e "Meridian raz varias faixas inéditas e demos de musicas gravadas pelo Charts , Momento 68 e também pelo Continental Combo. segue uma lista do repertório:
1. enigma central park 2. jazzy-man metrópole 3. o homem retalho 4. ruas e parques 5. étre le joeut 6. onze da tarde 7. tempos de glaciação 8. pedras, flores, solidão 9. aretha, aretha 10. solar 11. nova manhã 12. no céu, no chão 13. happy blues 14. outra cidade 15. de casa "high-tech zen". Valeu Badari, ficaram demais!!!! Confiram o vasto material que o Marcelo produz visitando o site: http://www.badari.kit.net



Escrito por sandrogarcia às 17h36
[]

Acabo de orga /> Esta música com certeza vai estar no repertório do show, além de resgatarmos "Abre, sou eu" (cover do Beat Boys, difícil de ser deixado de lado).
O set list conta também com as novas: "Revolução em G menor" e "Meridian paisley tunics 16. quarto andar
abraços
Escrito por sandrogarcia às 01h19
[]

segue uma entrevista que fiz com o Fábio Golfetti (Violeta de Outono), e que já havia sido publicada no zine Cena Rock do André Girardi. abraços  Esta é a segunda entrevista que tenho a oportunidade de fazer com o guitarrista e compositor Fábio Golfetti.
Na primeira, o assunto foi a Voice Print, gravadora inglesa da qual Fábio é representante no Brasil, e hoje possui verdadeiras pérolas sonoras em seu catálogo.
O motivo para esta segunda entrevista, é a estréia na Web do seu selo Invisível, que começou no final dos anos 80, a partir da idéia de organizar e divulgar o material do Violeta e outras gravações para os fãs.
Agora a Invísivel surge na internet atualizada e com muitos títulos que Fábio resgatou de seus arquivos pessoais, raridades qu /> Esta música com certeza vai estar no repertório do show, além de resgatarmos "Abre, sou eu" (cover do Beat Boys, difícil de ser deixado de lado).
O set list conta também com as novas: "Revolução em G menor" e "Meridian e ele próprio cuidou de masterizar e idealizar as capas para um novo formato, em Cd.
É um trabalho que apresenta anos de muita produção musical. São títulos que como ele comenta, não fosse através desta iniciativa, nunca viriam à luz do dia.
O importante, enfatiza Fábio, não é a quantidade vendida mas o prazer em olhar para traz e ver que nada foi feito em vão.
Através da Invísivel e também da discografia do Violeta, fica evidente o esforço de sempre estar produzindo, sem se preocupar com a Na primeira, o assunto foi a Voice Print, gravadora inglesa da qual Fábio é representante no Brasil, e hoje possui verdadeiras pérolas sonoras em seu catálogo.
O motivo para esta segunda entrevista, é a estréia na Web do seu selo Invisível, que começou no final dos anos 80, a partir da idéia de organizar e divulgar o material do Violeta e outras gravações para os fãs.
Agora a Invísivel surge na internet atualizada e com muitos títulos que Fábio resgatou de seus arquivos pessoais, raridades qu /> Esta música com certeza vai estar no repertório do show, além de resgatarmos "Abre, sou eu" (cover do Beat Boys, difícil de ser deixado de lado).
O set list conta também com as novas: "Revolução em G menor" e "Meridian grande industria do disco.
É isso que vale apena. Fábio vem durante todos estes anos descobrindo meios para fazer valer somente a boa música.
1. Fábio, fale um pouco do início da Invisível, e quais foram os primeiros títulos distribuídos sob o nome do selo?
O selo Invisível começou por volta de 1988. Durante a gravação do álbum ¿Em Toda Parte¿ surgiu a idéia de se criar um network para mantermos contato comos fans da banda, pois na ocasião já estava havendo um declínio em relação a casas de shows, rádio e divulgação pela imprensa como os principais jornais e revistas. A primeira atitude foi de colocar um endereço de contato na capa do LP. O resultado foi uma incrível quantidade respeitável de cartas de várias partes do país. A primeira resposta foi uma Newsletter impressa em xerox numa folha de sulfite que contava resumidamente as atividades do Violeta de Outono, seus integrantes e outros projetos de músicos amigos. Baseado numa árvore genealógica do inglês Pete Frame, começamos desenhar o relacionamento de vários músicos e amigos que deram origem a várias bandas entre elas, Dialect, Nau, Luni e resolvemos editar algumas gravações do nosso arquivo que haviam sido feitas ao longo da nossa carreira desde antes do Violeta de Outono, como por exemplo o grupo Lux de 1980, o Ultimato (1983 pré-Zero), além da 1a. demo do Violeta de Outono que foi divulgada nas rádios. No início estas gravações foram editadas em fitas cassete e eram comercializadas através do correio. Para lelamente estávamos lançando um cassete pela gravadora Wop Bop e então incluímos o primeiro título 'oficial' da Invisivel, o flexi-disc 'Ópera Invisível - Versão Tropical', que vinha como um bônus da fita cassete 'The Early Years'. Durante este período, a Invisível acabou se transformando no veículo de divulgação mais eficiente para o Violeta de Outono e também para a Invisible Opera Co. Of Tibet projeto do Daevid Allen do Gong que tinha sua base aqui nos trópicos com nosso trabalho. Entre 1990-1994 o Violeta de Outono esteve afastado dos palcos e a produção da Invisível se focou no lançamento de vários títulos da Invisible Opera Co of Tibet, entre eles o The Eternal Voice, Cosmic Dance Co. e o Landing on Takaroa e o principal álbum Glissando Spirit. Com a volta do Violeta de Outono aos palcos em 1993-94 incluímos vários títulos da banda entre gravações de shows importantes, faixas que ficaram fora do repertório, versões alternativas e sobras de estúdio.
> > 2. Quantos títulos no total estão hoje no catálogo da Invisível?
Atualmente estão no site 17 títulos e temos a programação de incluir mais 20 até o final deste ano entre gravações antigas recuperadas, e talvez títulos novos inéditos, como o novo Fabio Golfetti & Invisible Opera Co - Eastside e o Violeta de Outono - Mulher Na Montanha ao Vivo SESC 1995
> 3. Você poderia destacar alguma curiosidade entre os cd¿s lançados e os > futuros lançamentos, uma raridade em especial, algo que
Escrito por sandrogarcia às 01h15
[]

|
|
|